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21 Julho 2009
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Artigos
Redes sociais, ao que tudo indica, vão tocar fogo nas próximas eleições para a presidência da República, a julgar pelo movimento que os candidatos já colocaram online.
Recebi agora por e-mail o que seria o livro proibido, que conta a história dos escândalos do mensalão e usa a figura do Presidente Lula como seu principal articulador.
Não li o livro ainda, não conheço o autor e então não posso falar da profundidade do conteúdo e sua relevância. Mas este agora não é o foco.
O que acho pertinente destacar é que o formato do conteúdo e sua abordagem me fizeram refletir sobre como poderá ser o tom da próxima campanha eleitoral para a Presidência da República e quais serão as estratégias para entregar conteúdo e promover engajamento na Rede de forma ampla.
O ponto que desejo enfatizar é o formato de conteúdo para o marketing político 2.0: livros, filmes, manifestos, causas legítimas, debates em comunidades, mashups… principalmente nos grandes centros, esses poderão ser o combustível para tocar fogo na redes!
E isso já começa a ser desenvolvido nos bastidores dos partidos. Os candidatos já estão começando o monitoramento das redes sociais e o planejamento de sua presença digital.
Aécio Neves, um dos presidenciáveis do PSDB, criou projeto com cara de conteúdo político 2.0, inclusive com parceria com o Google e com direito a cobertura de blogueiros..
Outro tucano na corrida, José Serra, foi pro Twitter e escreve regularmente sobre suas ideias e situações do cotidiano, usando uma linguagem simples e de aproximação com as pessoas. Na minha opinião, até então, está mandando bem.
E nosso presidente não fica de fora, aproveita a máquina, vai criar blog, Twitter e perfil no Orkut e ainda ganha um filme sobre a sua comovente estória.
Ou alguém duvida que o filme Lula, o Filho do Brasil não é panfleto em ano de eleição?



